Cineclube Pólis exibe Faces do Comércio Justo e Solídário no Brasil

Fonte:FBES

Fonte:Fabiola Zerbini (fabiolazerbini@terra.com.br)

O Cineclube Pólis promove o lançamento do vídeo “Faces do Comércio Justo e Solidário no Brasil” realizado pela ONG Faces do Brasil. A sessão contará com debate com a presença dos realizadores do filme e organizações que atuam no campo da economia solidária e comércio justo.
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O filme retrata cenas e falas de produtores, comerciantes, consumidores e atores do movimento do Comércio Justo e Solidário no Brasil, a partir das reflexões e experiências registradas nas oficinas formativas e visitas a campo realizadas pelo Projeto “Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário”, em 25 casos de comercialização solidária existentes e atuantes nas cinco regiões brasileiras.

Dividido em três partes, o filme aborda o sentido do comércio justo e solidário: sua razão de ser e existir; para se seqüenciar nos princípios e critérios desta proposta no Brasil: autogestão, equidade de gênero, respeito às relações trabalhistas e agregação justa de valor, entre outros; finalizando-se com falas sobre os limites e as dificuldades da comercialização solidária que já acontece no Brasil.

Fruto de um projeto desenvolvido pelo Faces e seus membros, em parceria com a Secretaria Nacional de Economia Solidária e Fundação Banco do Brasil, este vídeo se coloca como uma ferramenta pedagógica e de comunicação a serviço do CJS no Brasil.

Assista ao trailler do filme no blog do Cineclube Pólis
Serviço:
O que?

Filme: Faces do Comércio Justo e Solidário no Brasil (Brasil – cor – DV – 35 minutos, 2009)
Quando?

Dia 02 de abril às 19h [LANÇAMENTO]
Onde?

Cineclube Pólis RUA ARAÚJO, 124, CENTRO ESQUINA COM A GAL. JARDIM, PRÓXIMO AO METRÔ REPÚBLICA

“Brasil viveu inferno com o FMI”

Fonte: http://br.yahoo.com/s/481774

Sáb, 28 Mar, 06h45

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou de “inferno” e “humilhação” o período em que o Brasil recebia visitas regulares de executivos do Fundo Monetário Internacional (FMI) com o objetivo de avaliar a evolução da economia brasileira e o cumprimento de acordos firmados pelo País com a instituição. O desabafo foi feito neste sábado, durante seu discurso no encerramento da Cúpula dos Países de Governança Progressista, realizada no Chile. “Diziam que tínhamos de fazer ajuste fiscal, contenção de gastos… era um inferno”, afirmou. “A gente via descendo do avião, no aeroporto, mulheres e homens do FMI dando palpites sobre o que tínhamos de fazer. Aquilo era uma humilhação”, declarou, arrancando aplausos enfáticos dos presentes à solenidade.
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Lula referia-se ao longo período que ficou conhecido como a crise da dívida externa, que atingiu a América Latina no começo dos anos 80 e que teve seus momentos mais tensos com as moratórias do México (1982) e do próprio Brasil (1987). Antes da atual crise financeira global, disse o presidente, “o FMI vivia dando palpites sobre as economias do Brasil e de outros países da América do Sul”.

Lula, no entanto, também acusou governos anteriores de se submeterem ao FMI porque “não se respeitavam”. “Talvez a insuficiência não fosse do próprio FMI, mas fosse insuficiência de nossos governantes, que não se respeitavam. E se eles não se respeitavam… ninguém respeita quem não se respeita.”

Neste momento, disse ainda o presidente, o que o Brasil quer na reunião do G-20 é colaborar e que “os países ricos se normalizem internamente e restabeleçam o crédito.” “Nós não estamos pedindo nada, não estamos chorando. Estamos pedindo apenas para normalizar a economia mundial.”

Por solidu Postado em Solidu

41 moedas circulam no Brasil (Revista Época)

Fonte: Revista Época – 20/03/2009 15:32
41 moedas circulam no Brasil
Com o apoio do governo, comunidades pobres já criaram 40 moedas alternativas ao real. O objetivo é fortalecer a economia local. Isso não aumenta a inflação?
Mariana Sanches Com Inácio Aguiar, de Maracanaú, Ceará
O comerciante Francisco Aguiar, em seu mercado, em Maracanaú, Ceará. Ele dá desconto para quem usa maracanãs

O comerciante Francisco Aguiar, em seu mercado, em Maracanaú, Ceará. Ele dá desconto para quem usa maracanãs

O Brasil tem uma bandeira, um presidente, um brasão, um hino e… 41 moedas em circulação. Além do real, os moradores de São João do Arraial, Piauí, podem fazer compras e receber parte do salário em notas de cocal. Em Alcântara, Maranhão, é possível usar o guará. Em Cariacica, Espírito Santo, o comércio aceita o girassol. Em Dourados, Mato Grosso do Sul, dá para fazer pequenos negócios com o pirapirê. Cocal, guará, girassol e pirapirê são algumas das moedas emitidas pelos 40 bancos comunitários do país. Cada uma delas circula em um município pequeno, de até 50 mil habitantes, ou em um bairro afastado e pobre. Essas notas só são válidas na região de atuação de cada banco comunitário. A cotação oficial é idêntica à da moeda nacional: 1 guará vale R$ 1.

A Rede de Bancos Comunitários, uma espécie de Febraban dessas mini-instituições, calcula que estejam circulando o equivalente a R$ 80 mil em moedas alternativas, em oito Estados brasileiros, uma quantidade ainda pequena. Mas, de acordo com o governo federal, a circulação dessas moedas deverá quadruplicar até 2010. Pelos planos oficiais, elas estarão presentes em todos os Estados.

Na teoria, as moedas paralelas servem para fortalecer a economia da área onde circulam. Como elas só podem ser usadas no próprio bairro, ajudam a movimentar o comércio e a gerar empregos nos locais onde são usadas. Há outra vantagem: os comerciantes dão descontos de 2% a 10% no preço das mercadorias para quem usa o dinheiro alternativo. Para o comerciante, é um meio de evitar que o cliente troque a moeda diferenciada por real e gaste em outras regiões.

Outro benefício é que, em moedas alternativas, os bancos comunitários fazem empréstimos de até R$ 800 sem juros. Para obtê-lo, basta ser morador do local, apresentar um plano para aplicação dos recursos e ter o aval da vizinhança: moradores são chamados a dizer se o tomador costuma ter conduta honesta. Não há consulta ao Serviço de Proteção do Crédito (SPC). Mesmo assim, segundo as instituições, a taxa de inadimplência em bancos comunitários, que também fazem empréstimos em real, não passa de 2%. No mercado financeiro convencional, ela é quatro vezes maior, de 8,1%.

A ideia de criar moedas alternativas surgiu há nove anos entre os moradores da Favela Conjunto Palmeiras, em Fortaleza. Foi quando eles perceberam que o microcrédito oferecido pelo banco comunitário local, criado dois anos antes, não era suficiente para fortalecer a economia da favela. Na época, seus 20 mil habitantes consumiam R$ 2,4 milhões por mês, em valores atualizados, segundo uma pesquisa feita pela associação de moradores. Mas quase tudo era gasto em lojas do centro da cidade. “A gente reproduzia o sistema colonial: a periferia mandava para o centro as riquezas em troca de alimentos e de produtos não duráveis”, diz Joaquim de Melo Neto, fundador e gerente do Banco Palmas. A moeda própria, palmas, foi criada para resolver esse problema.

De acordo com o administrador Jeová Torres, professor da Universidade Federal do Ceará, a moeda e o Banco Palmas turbinaram o PIB da favela. “Quando as pessoas recebem o palmas, gastam no próprio bairro. O dinheiro fica ali por mais tempo do que se as pessoas recebessem em real”, diz. Em 2008, Torres fez uma pesquisa sobre o impacto do banco na comunidade. Segundo o estudo, 25% das pessoas afirmam que sua renda aumentou, e 20% dizem ter conseguido trabalho depois da criação do banco. Um exemplo é o cabeleireiro Nazareno Constantino, que modernizou seu salão depois de obter empréstimo do Banco Palmas. “Eu não tinha negócio formal antes porque não conseguia empréstimo em lugar nenhum”, diz.

O governo Lula tenta há seis anos reproduzir a experiência em outras áreas. “Ajudamos mais de 30 bancos e vamos criar outros 150 com moedas próprias até 2010”, diz o economista Paul Singer, da Secretaria Nacional de Economia Solidária, subordinada ao Ministério do Trabalho. Uma das iniciativas estimuladas pelo governo é do Banco Paju, em Maracanaú, Ceará. Lá, as notas de maracanãs começam a ganhar força. Estima-se que 3.300 pessoas já usem a moeda. “Dou 10% de desconto para quem usa maracanã. Recebo 300 maracanãs por mês”, diz Francisco Aguiar, dono de um mercado na região.

Outro entusiasta da ideia é o Banco do Brasil. “Desde 2005, emprestamos R$ 3,4 milhões aos bancos comunitários”, diz Robson Rocha, diretor de Menor Renda do BB. “É um investimento seguro. O banco comunitário sabe melhor que qualquer agência para quem deve emprestar. Os funcionários moram no lugar e conhecem a comunidade.” Apesar da crise, a procura por empréstimos comunitários cresceu 8% desde setembro, segundo os próprios bancos. Eles têm hoje em caixa R$ 1,5 milhão para empréstimos.

A experiência brasileira não é única. Há moedas sociais mesmo entre países desenvolvidos, como Canadá e Estados Unidos. E os brasileiros já fazem escola. Em 2006, a Venezuela enviou seu ministro de Economia Solidária para conhecer o Banco Palmas. “Baseados em nossa ideia, os venezuelanos criaram 3.600 bancos comunitários e 300 moedas”, diz Singer. No ano passado, o economista Muhammad Yunus, prêmio Nobel da Paz pela mais bem-sucedida experiência do mundo de microcrédito (o Banco Grameen, de Bangladesh), mostrou entusiasmo com a iniciativa depois de uma reunião em Brasília com Melo Neto, do Banco Palmas.

Apesar do entusiasmo do Ministério do Trabalho, do Banco do Brasil e de Yunus, os bancos comunitários não são consenso no governo. “Estamos estudando quais serão os efeitos desses bancos para a economia nacional e como regulamentá-los”, diz Marusa Vasconcelos, subprocuradora-geral do Banco Central. A Caixa Econômica Federal e o Ministério da Fazenda também são reticentes em relação à experiência. Apesar de acompanhadas pelo Ministério do Trabalho, as emissões das moedas não são controladas por nenhum órgão oficial.

Um dos temores é que um crescimento acentuado de moedas alternativas possa desorganizar o sistema financeiro e provocar inflação. Foi o que aconteceu na Argentina, no começo da década, quando a crise econômica levou à desvalorização da moeda nacional, o peso. Diante da escassez do peso, as moedas paralelas ganharam força. Mais de 2 milhões de argentinos chegaram a usá-las, número muito superior aos 120 mil brasileiros que já adotaram as cédulas locais. As falsificações começaram a acontecer. Com mais notas no mercado, a inflação explodiu. “Malandros existem em todo lugar”, diz Paul Singer. “Por isso, é importante haver um regulador desses bancos. Se não for o Banco Central, algum outro órgão.” No Congresso, há um projeto para instituir mecanismos de controle para bancos comunitários. O deputado Eudes Xavier (PT-CE), relator do projeto, acredita que a discussão levará mais um ano para chegar ao plenário.

Nem todas as experiências de moedas alternativas são bem-sucedidas. Em Alcântara, no Maranhão, o Banco Quilombola e suas notas de guará foram criados em 2007, mas hoje as cédulas são quase raridade. Estima-se que metade foi comprada como souvenir por turistas. Alguns chegavam a pagar R$ 5 por uma nota de 50 centavos. A circulação do dinheiro alternativo foi quase extinta. Em abril, o banco sofrerá intervenção. Tudo para que não vire um Lehman Brothers quilombola.

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Jornada Pela Democracia Econômica

A JORNADA PELA DEMOCRACIA ECONÔMICA é uma iniciativa popular que tem à frente o Instituto Palmas e a Rede Cearense de Bancos Comunitários. Inicia-se no Ceará e deverá estender-se para outros estados.

Seu objetivo principal é mobilizar a sociedade – poder público, partidos, sindicatos, igrejas, ong’s, movimentos sociais, bancos públicos e população em geral – para garantir o acesso a serviços financeiros e bancários como um DIREITO, assegurado pela Constituição Federal (CF).

Nesta perspectiva, os Bancos Comunitários apresentam-se concretamente como uma estratégia de Economia Solidária para a inclusão financeira e bancária, voltada a todos que, hoje, estão à margem do sistema de poupança e crédito nacional.

PLATAFORMAS DA JORNADA

• Promover espaços de formação e discussão sobre a democratização dos serviços financeiros e bancários enquanto um Direito e um instrumento de desenvolvimento local;

• Criação do Fundo Estadual de fomento e fortalecimento aos Bancos Comunitários;

• Debater sobre o projeto de Lei Complementar 93/2007 da deputada Federal Luiza Erundina que estabelece a criação (e reconhecimento) do Segmento Nacional de Finanças Populares e Solidárias.

Por solidu Postado em Solidu

No dia 27/03, sexta feira, será lançado em Porto Alegre o Dicionário Internacional da Outra Economia, organizado pelos pesquisadores Antonio David Cattani, Jean-Louis Laville, Luiz Gaiger, Pedro Hespanha

No dia 27/03, sexta feira, será lançado em Porto Alegre o Dicionário Internacional da Outra Economia, organizado pelos pesquisadores Antonio David Cattani, Jean-Louis Laville, Luiz Gaiger, Pedro Hespanha.

O Dicionário Internacional da Outra Economia é uma iniciativa que chega em boa hora. Se a Economia capitalista, hegemônica, encontra-se em uma profunda crise, talvez a maior de sua história, também é verdade que existe um déficit teórico importante no campo alternativo, especificamente na esquerda, capaz de apresentar uma alternativa de caráter nitidamente anti-capitalista.

Até agora as respostas à crise, especialmente pela esquerda, tem se limitado às receitas keynesianas sem, no entanto, questionar o sistema capitalista. Entretanto, se por um lado a teoria tem se mostrado insuficiente, por outro, a realidade nos apresenta um conjunto de práticas coletivas realizadas por centenas de milhares de trabalhadores na América Latina no seu dia-dia, que denominamos de “Economia dos Trabalhadores” ou Economia Solidária que é uma alternativa concreta em desenvolvimento.

Baseada nos valores da cooperação e solidariedade, antagônicos ao modelo baseado no individualismo e na competitividade, essa Outra Economia é constituída de empreendimentos econômicos solidários (cooperativas populares, bancos comunitários, redes de cooperação entre outros) que emergiram como enfrentamento ao desemprego dos anos 90 e avançaram para uma possibilidade concreta de constituir uma alternativa de projeto político, ou outro paradigma de desenvolvimento econômico.

A partir dessa realidade surgiram diversos estudos, pesquisas, teses acadêmicas sobre o tema nas mais diversas disciplinas. Um dos livros de referência foi a A Outra Economia, organizado pelo professor Antonio Cattani e lançado pela Editora Veraz em 2003. Este foi também um ano em que a Economia Solidária teve um importante avanço político-organizativo no Brasil, com a criação do Fórum Brasileiro de Economia Solidária- FBES, no âmbito do Fórum Social Mundial e a criação pelo recém eleito governo Lula, da Secretaria Nacional de Economia Solidária- SENAES.

Passados seis anos muita coisa mudou, a Economia Solidária, mesmo com todas as limitações que o sistema impõe, já é uma realidade que avança a cada ano, seja na quantidade de empreendimentos e iniciativas práticas realizadas, seja, pelo seu avanço como movimento social identificado com os mais diferentes setores como as comunidades quilombolas; indígenas; movimento de mulheres, trabalhadores desempregados; trabalhadores de assentamentos da reforma agrária. Ao mesmo tempo é parte dos projetos mais significativos de transformações que estão em curso na América Latina. Na Venezuela compõe o projeto de Desarrollo Endógeno; na Bolívia e no Equador está inserida na Constituição e reconhecida como modo de produção que compõe a Economia desses países. No Brasil realizou-se a 1 Conferência Nacional de Economia Solidária, e foi criado o Conselho Nacional de Economia Solidária.

O Dicionário Internacional da Outra Economia não deixa de ser um reflexo dessa realidade ao realizar a importante contribuição teórica de sistematizar , conceituar e compreender o significado destas experiências.

Conforme a apresentação do livro ele:

” está sintonizado com os ideais e as realizações objetivas da outra economia, aquela que se apresenta como alternativa material e humana superior à economia capitalista. A obra visa divulgar, para um amplo público, os conceitos e as teorias mais marcantes sobre as alternativas à economia capitalista presentes em uma literatura especializada, que às vezes é hermética demais para o leitor”. Neste Dicionário são analisados os mais diversificados temas, como os fundamentos e as modalidades da outra economia, os marcos históricos do pensamento alternativo, as redes de colaboração solidária, o comércio justo, entre outros. Ajudar a tornar mais inteligíveis as insuficiências do sistema econômico dominante é a proposta deste livro.

Esse lançamento assim como muitos outros que virão nos permite ser otimistas quanto a superação do déficit teórico que existe no campo das alternativas anti-capitalistas. Boa leitura.

O lançamento será as 18h30min na livraria Palavraria, Rua Vasco da Gama, 165, Bairro Bom Fim, POA.

Dicionário Internacional da Outra Economia
Colecão CES – Série Políticas Sociais n.º 1
Editora: Almedina
Autores: Antonio David Cattani, Jean-Louis Laville,
Luiz Inácio Gaiger, Pedro Hespanha (Coord.)
2009
ISBN: 978-972-40-3722-6

Por solidu Postado em Solidu

Governo da Bahia investe no segundo Centro Público de Economia Solidária em Vitória da Conquista/BA

A partir de abril, começa a funcionar, em Vitória da Conquista, o segundo Centro Público de Economia Solidária (Cesol) da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre). A sede provisória será na Agência de Desenvolvimento, Trabalho e Renda (ADTR), na Rua Bartolomeu de Gusmão, 74, no bairro de Jurema e vai atender ao público até a entrega da sede definitiva que será construída no Mercado do Bairro Brasil. O acordo foi firmado entre a Superintendência de Economia Solidária da Setre e a Prefeitura.

Para construção da nova sede do Cesol, o Governo do Estado vai investir R$ 250 mil, viabilizado pelo Fundo de Combate à Pobreza, enquanto a Prefeitura entrará com quase R$ 40 mil de contrapartida.

O segundo Cesol da Bahia (o primeiro funciona no bairro do Comércio, em Salvador) vai promover ações de ordem econômica, atividades culturais e de estímulo à auto-organização dos trabalhadores da região. “O objetivo deste espaço público é ser um instrumento de promoção das entidades de economia solidária, dos seus produtos e formas de atuação”, destaca o superintendente Helbeth Oliva.

Por solidu Postado em Solidu

SEMINÁRIO ESTADUAL DA ASSEMBLÉIA POPULAR DO ESTADO DO CEARÁ

SEMINÁRIO ESTADUAL DA ASSEMBLÉIA POPULAR DO ESTADO DO CEARÁ

21 de Março de 2009 – no Auditório do CH DA UECE

(Av. Luciano Carneiro)

P R O G R A M A Ç Ã O

09:00h às 09:30min. – Café da manhã

09:30 às 10:30min. – MÍSTICA

10:30min. às 11:30min. – RESGATE HISTÓRICO DA AP E NOSSOS DESAFIOS DIANTE DA ATUAL CRISE MUNDIAL. (Flávio/MST e Prfº Epitácio Macário – CETROS/UECE)

11:30min. às 12:10min. – DEBATE EM PLENÁRIO (3MIN POR FALA)

12:10 às 13:40min. – ALMOÇO

13:40min. às 14:40min. – ESTUDO EM GRUPOS

14:40 às 15:10min. – RELATÓRIA DOS GRUPOS

15:10min. às  16:10min. – ORGANIZAÇÃO DA AP NO CEARÁ (CRONOGRAMA DE REUNIÕES E SECRETARIA OPERATIVA)

16:10h às 16:40min. – Lanche

16:45min. às 19:15min. –  INFORMES GERAIS, INFORMES DA ÚLTIMA PLENÁRIA DA AP (Mª De Jesus) E ENCAMINHAMENTOS.

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II Seminário Brasileiro contra o Racismo Ambiental

Data: 23 a 25 de Março de 2009
Local: UFC – Faculdade de Direito
Realização: GT de Combate ao Racismo Ambiental/RBJA

“Chamamos de Racismo Ambiental as injustiças sociais e ambientais que recaem de forma implacável sobre grupos étnicos vulneráveis e outras comunidades, discriminadas por sua origem ou cor”.

Tema geral do Seminário:

Racismo Ambiental – disputa pelo território e capitalismo; desenvolvimento para quê e para quem?
racismo-ambiental-cartaz

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Carta às organizações e entidades que participam dos Fóruns de Economia Solidária

FONTE: Site Oficial do FBES

18 de março de 2009

Coordenação Executiva do FBES

Desde a sua criação, o Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) tem garantido a sustentabilidade de suas ações nacionais e macrorregionais através de projetos, principalmente de nossos parceiros do governo federal (em especial a SENAES/MTE e SDT/MDA).

Na VIII Reunião da Coordenação Nacional do FBES, ocorrida ao final de 2008, ficou estabelecido como um dos eixos de ação do FBES para o triênio 2009-2011 buscar ampliar os meios de sustentabilidade financeira do FBES, em três dimensões: continuar a via dos projetos junto ao poder público; aprofundar mecanismos de captação de recursos internacionais; e avançar em formas de auto-sustentação.

O FBES tem passado por momentos importantes de crescimento e fortalecimento: agora que encerrou-se o ciclo de 2 anos de construção da IV Plenária Nacional, que regulamentou a sua estrutura e definiu seu conjunto prioritário de bandeiras principais de luta, o próximo triênio deverá ter como marca a afirmação do movimento de economia solidária junto à sociedade e outros movimentos sociais, aprofundando os debates, alianças e agendas comuns. Além disso, outra marca será a importância cada vez maior da interiorização dos Fóruns de Economia Solidária. Hoje existem mais de 120 Fóruns Estaduais, Microrregionais e Municipais de Economia Solidária, envolvendo diretamente mais de 3 mil empreendimentos solidários e 500 entidades de assessoria, além da Rede de Gestores (que hoje envolve em torno de 100 prefeituras e governos estaduais). A meta é ampliar ainda mais este número, fazendo com que cada vez mais os Fóruns Estaduais sejam construídos pelos Fóruns Locais, e o Fórum Brasileiro tenha sua agenda e ações afinadas com as agendas Estaduais e Locais.

A nova coordenação executiva, escolhida e efetivada pela Coordenação Nacional do FBES na VIII Reunião, tem a tarefa de dar conta destes enormes desafios, que são animadores e apontam para um fortalecimento do movimento em sua capacidade política de mobilização e proposição, cultural de radicalização da autogestão, e econômica de ampliação e fortalecimento dos empreendimentos solidários em redes e cadeias solidárias. Este fortalecimento não é um fim em si, mas parte das estratégias para avançarmos, junto a outros movimentos e entidades da sociedade civil, na construção de outros modelos de desenvolvimento e de sociedade, baseados na cooperação, democracia plena (em todos os âmbitos, incluindo o econômico) e diversidade cultural de base territorial.

Esta carta é dirigida ao conjunto de entidades que fazem parte deste enorme mutirão, onde fazemos duas solicitações:

  1. Estamos fazendo um levantamento das entidades que aceitam ser entidades proponentes de projetos (locais, regionais ou nacionais) a serem submetidos em nome do FBES. Para isso, pedimos o preenchimento do questionário em anexo a esta carta, a ser enviado por e-mail até, no máximo, o dia 14 de abril, terça-feira.
  2. Em abril, haverá uma delegação do FBES em Lxemburgo para participar como co-organizador do IV Encontro Mundial de Globalização da Solidariedade, e aproveitaremos este momento para um representante buscar fazer articulações com agências internacionais de fomento na perspectiva de captação de recursos para o FBES no Brasil. Para isso, solicitamos a vocês que nos enviem uma carta de apoio ao FBES, indicando em uma página as suas ações e a forma como sua organização participa do movimento de economia solidária e o apóia. Caso desejem, enviamos um modelo de estrutura desta carta. Precisamos receber a carta, por e-mail, até no máximo 14 de abril, pois a partida de nossa delegação em viagem será no dia 18, e vamos preparar um cadernos em várias línguas com este conjunto de cartas e uma introdução listando o conjunto de organizações apoiadoras e seus números.

Acesse o questionario às organizações e o modelo de carta de apoio aqui:

http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=cat_view&gid=327

Já sabemos da diversidade de organizações que, na ponta, estão apoiando a cada dia a construção do FBES em suas dimensões nacional, estadual e local. Entretanto, é importante mostrarmos a nossa cara, diversidade e força, por isso a importância destas duas cartas. Criaremos uma seção especial do site do FBES em que vamos relacionar o conjunto de organizações que enviaram estas cartas, por isso seria importante também o envio de uma logo e se possível um link de site para podermos colocar na lista.

Este pedido não se restringe apenas a entidades de assessoria e fomento, mas também a empreendimentos solidários (associações, empresas recuperadas, cooperativas, redes, etc) que estejam participando desta construção.

Solicitamos a máxima divulgação desta nossa carta para outras organizações de seu Fórum Local, para termos o máximo possível de cartas até o dia 14 de abril.

Saudações solidárias, em clima de construção e força para esta caminhada!

Última Atualização ( 19 de março de 2009
Por solidu Postado em Solidu