I Fórum de Tecnologia Social

O que é o fórum

O I Fórum de Tecnologia Social – construindo cidades e formandos cidadãos – será um espaço de debates sobre experiências bem sucedidas nas áreas de inclusão social, trabalho e política habitacional. São áreas da política social de estruturação recente, nas quais muitos municípios apresentam dificuldades para conseguir elaborar e por em prática planos de ação.
O Fórum juntará autoridades políticas, gestores e acadêmicos com a finalidade de debater idéias e concepções de política social, com ênfase no desafio prático de colocar as idéias em ação.

Debates

Todas as mesas de debates ocorrerão no período da tarde, das 14 às 17h, nos respectivos temas  e datas:

13 de agosto (quinta-feira)

Tema da mesa: Municípios e a Economia Popular e Solidária

Debatedores:

Paul Singer
Gabriel Kraychete

Tema da mesa: Política Pública de Qualificação Social e Profissional

Debatedores:
Almerico Biondi Lima
Silvia Maria Manfredi

Tema da mesa: O Protagonismo do Município na Regularização Fundiária

Debatedores:
Celso Carvalho
Patryck Carvalho
Marcelo Berthe (a confirmar)

Tema da mesa: Operações Urbanas Consorciadas: O Poder Público como Indutor de Desenvolvimento Urbano.

Debatedores:
Ermínia Maricato
Álvaro Mello
David Harvey (a confirmar)

Tema da mesa: Intercâmbio de Experiências: Rompendo Fronteiras e Criando Possibilidades.

Debatedores:
Ricardo Baldo
Sérgio Gonçalves
Patrick Magebula (a confirmar)
Sheela Patel (a confirmar)

Tema da mesa: Organização de Políticas Voltadas para Juventude.

Debatedores:
Beto Cury
André Kamai

14 de agosto (sexta-feira)

Tema da mesa: Produção e Qualificação de Moradias de Interesse Social

Debatedores:
Inês Magalhães
Jorge Fontes Hereda (a confirmar)
Gregório Gomes da Silva

Tema da mesa: A Cidade e o Espaço: Georreferenciamento como Instrumento de Planejamento e Gestão de Políticas Públicas.

Debatedores:
Evangelina Pinho (a confirmar)
André Oliveira
Nabil Bonduki
Azziz Ab’Saber (a confirmar)

Tema da mesa: Trabalho e Inclusão Produtiva

Debatedores:
Ronaldo Garcia
Marcio Pochmann

Tema da mesa:  Trabalho Social na Política Habitacional

Debatedores:
Gisela Maria Mori
Tânia Maria Ramos de Godói
Sandra Simões

Tema da mesa: Gerenciamento de Informações e Inclusão Digital

Debatedores:
Leonardo Mendes
Ronnie Aldrin
Marcos Paulo de Oliveira

Maiores Informações : http://www.forumtecnologiasocial.com.br/

Secretaria do Desenvolvimento Trabalho e Inclusão

Osasco Solidária

Programa de Economia Popular e Solidária

Tel. (11) 3653-1185

(11)  3653-1183

Cantina Solidária : incentivo ao comércio justo e solidário acontece em Salvador

Fonte: fbes.org.br

Fonte: Andre Luis (andre.luis@setras.ba.gov.br)

A Superintendência de Economia Solidária da Bahia inaugura a Cantina Solidária no prédio da Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, no Centro Administrativo, em Salvador.

Os servidores da Setre e da Secretaria de Administração, estão provando e aprovando os produtos da cantina, onde estão tendo a oportunidade de conhecer essa nova economia, onde encontrarão práticas de Comércio Justo e Consumo Consciente. A Associação Ana Nery (ANEC) e a Sonhos Possíveis, são os empreendimentos solidários reponsáveis pela gestão da cantina. Os grupos foram selecionados através de uma Chamada Pública e seus integrantes participaram do curso oferecido pelo SENAI “Boas práticas na manipulação de alimentos”.

Maceió cria a secretaria de Economia Solidária.

Fonte: Brasil Autogestionário

A Câmara Municipal de Maceió aprovou, na sessão desta quinta-feira (23), os dois Projetos de Lei, de autoria do Poder Executivo, que criam a Secretaria Municipal de Direitos Humanos, Segurança Comunitária e Cidadania – SEMDISC e a Secretaria Municipal de Economia Solidária e Qualificação Profissional – SEMEQ. As Mensagens foram votadas em 1ª discussão e, após o término da sessão ordinária, uma extraordinária foi convocada para que houvesse a 2ª discussão. As duas proposições foram aprovadas por unanimidade, entre os 15 vereadores presentes. Leia na íntegra AQUI.

Convite ato em defesa da Lei Maria da Penha

Caras amigas e amigos,

convidamos a todas(os) para uma reunião de discussão e preparação de ação coletiva em defesa da Lei Maria da Penha que se encontra ameaçada pelo Projeto de Lei de reforma do Código de Processo Penal. Se aprovado como está, o PL extingue completamente a LPM. Isto seria uma grande perda para as mulheres brasileiras e para toda a sociedade, que deixaria de contar com um importante mecanismo de justiça social. Para que isto não aconteça é fundamental a ação coletiva de todas aquelas pessoas e sujeitos que se comprometem com a construção de uma sociedade justa e solidária.

Neste sentido, em reunião na última sexta-feira, 24, na Procuradoria Geral de Justiça, após audiência pública que debateu o tema, um grupo de organizações da sociedade civil e órgãos da Justiça e do governo propuseram a realização de uma grande ação em defesa da Lei Maria da Penha. Para planejar esta ação, ficou marcada uma nova reunião, nesta quarta-feira, dia 29, as 18h, no Esplar (Rua Princesa Isabel, 1968 – Benfica).

Contamos com a presença de todas e todos que acreditam na possibilidade de uma vida digna e sem violência para as mulheres.

Pedimos que todas(os) socializem este convite, não só repassando esta mensagem, mas mobilizando as pessoas diretamente ou por telefone.

Saudações feministas,
Fórum Cearense de Mulheres
AMB-Articulaçã o de Mulheres Brasileiras

Pelo fim da violência contra as mulheres. Em defesa da Lei Maria da Penha.

Mundo do Trabalho, Feminismo e Socioeconomia Solidária

Mundo do Trabalho, Feminismo e Socioeconomia Solidária

CURSO DE FORMAÇÃO

O curso sobre o Mundo do Trabalho, Feminismo e Economia Solidária é uma ação da Organização Granja Portugal Solidária – SOLIDU, que com a força de vários parceiros e animadores da Socioeconomia Solidária em Fortaleza, aliam esforços e criatividade na construção de uma sociedade socialista-autogestionária.

Este curso na sua totalidade compreende 20 horas aulas, sendo 16h/a presencial e 04h/a por meio de intercambio com outros Empreendimentos Econômicos Solidários – EES, cuja escolha será feito pelos/as próprios/as cursistas. Realizar-se-á no período de 28 á 31 de julho e 01 de agosto do corrente ano.

A realização deste curso é mais um passo no processo de desenvolvimento da Socioeconomia Solidária que muito vem crescendo a partir do Confeccionando com Arte e Solidariedade – SOLIART, Banco Comunitário de Desenvolvimento Territorial – RIOSOL, da aliança com a Casa Brasil da Granja Portugal e dos grupos que ali se reúnem e tantos outros parceiros como o Banco do Nordeste, Secretaria de Desenvolvimento Econômico da prefeitura de Fortaleza, Instituto Banco Palmas, os mandatos populares do vereador Ronivaldo Maia e deputado federal Eudes Xavier, ambos do Partido dos Trabalhadores.

A perspectiva da ação territorial sempre foi um elemento inovador e constitui parte de nossa estratégia de contribuir para a reestruturação do tecido social do Grande Bom Jardim, criando novas relações na reprodução da vida. Para responder a estas demandas sociais e enfrentar o desafio de novas construções que possibilitem avançar na consolidação da Socioeconomia Solidária se faz importante esta ação formativa, contaremos com 30 formandos/as e um conjunto de facilitadores/as com acumulo teórico e experiência pratica capaz de elevar o grau de conhecimento e vivencias dos/as participantes.

Este é um bom desafio, vamos construí-lo?

Você que não vai participar do curso venha para o seminário de encerramento no dia 01(sábado) de agosto, as 08h30min até as 12h00min, no Centro de Referencia da Assistência Social – CRAS, na rua Humberto Lomeu, Nº 1130 – Granja Portugal.

Traga sua energia, animação e criatividade para esta ação política de construção de uma outra sociedade.

PROGRAMAÇÃO

Tema: Mundo do Trabalho, Feminismo e Socioeconomia Solidária

Dias: 28 á 31 / 07 e 01 / 08 / 2009

Local do Curso: Col. Creusa do Carmo Rocha, rua Duas Nações, s/n – G. Portugal (28 á 31 / 07)
Local do Seminário: Centro de Referencia da Assistência Social – CRAS, rua Humberto Lomeu, Nº 1130 – G. Portugal (01 / 08)

Objetivo:

Contribuir para consolidar os processos de desenvolvimento da Socioeconomia Solidária no bairro da Granja Portugal e da região do Grande Bom Jardim.

Público:

Produtores/as, técnicos dos projetos desenvolvidos pela SOLIDU e dos parceiros e militantes de movimentos sociais.

Dia 28 – terça: As transformações do mundo do trabalho, classe e sujeitos
Facilitador: Edecarlos Rulim
Hora: 18h00min às 21h00min

Dia 29 – quarta: Os significados da Economia Solidária
Facilitador: Aécio Alves
Hora: 18h00min às 21h00min

Dia 30 – quinta: A cadeia produtiva da Economia Solidária
Facilitador: Joaquim Segundo
Hora: 18h00min às 21h00min

Dia 31 – sexta: Economia Feminista
Facilitadora: Raquel Viana
Hora: 14h00min às 17h00min

Dia 01 – sábado / Seminário: Trabalho, Feminismo e Economia Solidária
Facilitadoras: Expedita Maria e Cleudes Pessoa
Hora: 08h00min às 12h00min

Abraços Solidários, até lá.

Comissão Organizadora.

Contato: 3471 1152 e org_solidu@yahoo.com.br

“O Papel revolucionário dos hackers”.

Fone: brasilautogestionario.org

Por Resistência Digital e Estrella Roja (publicado em KaosEnLaRed)
Tradução: Paulo Marques

Frente a um sistema capitalista mundial que com a voragem de consumismo aumenta sua capacidade técnica, as máquinas vão adquirindo  um papel cada dia mais preponderante na história mundial.

Recentemente Stephen Hawking declarou que “Os humanos chegaram em uma nova etapa da evolução”, quer dizer, a grande quantidade de informação que se transmite, geradora de  conhecimento humano, hoje em dia está rota graças as contradições do mesmo sistema, seus limites físicos, ou materiais.

Como diz Hawking, hoje em dia a espécie humana transmite uma grande carga evolutiva nestes suportes tecnológicos, que estão dentro do DNA, mas que, por fora, como cultura, serão essenciais no futuro da humanidade[1].

O imperialismo encontra a ordem mundial (injusta) se baseando na guerra de Quarta geração [2], onde os meios massivos de (in) comunicação, alienam as maiorias a uma informação parcial e sensacionalista. Os poderosos encontram uma panacéia neste monopólio da liberdade de empresa, e não liberdade de expressão. A produção vai massificando as  comunicações, e as redes no ar vão nos seguindo em todas as partes.

Vai chegando o momento  no qual os hackers deverão assumir seu papel como sujeitos revolucionários[3]. A opressão sistemática e corporativa vai fechando seus tentáculos nas corporações, cada dia mais concentradas, que vão decidindo o destino do mundo. O fundamental é deixar claro que o livre mercado é o principal argumento do capitalismo, que a falsa liberdade e propriedade econômica são os pilares do liberalismo, que caluniam de totalitários qualquer outro sistema onde a justiça e a igualdade não sejam mera retórica.

Os EUA, o país com mais cultura hacker, nos demonstra também que a maioria dos hacker’s “decidem” ser mercenários, ou desde um ponto de vista de Pierre Bourdieu seu Habitus os converte em tais “crackers”[4], e por isso não assumem um papel de vanguarda do proletariado. O mesmo acontecerá no resto do mundo, mas isso não significa que os hackers revolucionários e socialistas não possam cumprir seu papel.

Uma alusão a uma das idéias de Guevara, já muito distante, mas que teve a ver com as críticas situações da guerra de guerrilhas do século XX, onde os homens somente se contavam as dezenas frente aos numerosos soldados dos exércitos oligárquicos era de que  “Os revolucionários são os homens e mulheres que alcançam o máximo ponto de qualidade humana, chegando a ter resistência, coragem, valentia, e inteligência, que os mercenários e os soldados regulares jamais poderão encontrar em nenhum manual o instrução por mais ilustrada que seja”.

É a natureza do homem livre verdadeiramente a que mobiliza a tais proezas. Como escreveu Mckenzie Wark[3] o proletariado tem seus hackers, a informação é a matéria prima do conhecimento e este parte da evolução e o  destino atual das sociedades.

O conhecimento então não é mais que “Poder”, e uma das tarefas dos hackers é libertar este conhecimento, e a cultura da ordem de exploração capitalista. Por isso a “pirataria” cultural não é mais que um pouco de justiça para as classes oprimidas, um cuspe nos ricos e poderosos. A “propriedade intelectual” não é mais que outra das mentiras da hegemonia, o General Intelecto[6], derrotará junto com os revolucionários a opressão da informação.

E as idéias, as batalhas de idéias, como diria Fidel, é o futuro, agora, mais que nunca, sem cair em fanatismos tecnicistas, nem na ortodoxia negacionista ou tecnofobica. As tecnologias faz tempo que já são parte das armas do proletariado. Há luta de classes em toda internet, desde a Wikipédia, o movimento do Software Livres, as “redes sociais” e todo lugar onde estamos encontraremos silencioso ou não um combate de idéias.

O trabalho do Software Livres, não faz mais que libertar conhecimento da classe trabalhadora e nos tornar mais livres da opressão corporativa e do “grande irmão” que pretende ser a elite burguesa mundial e seus lacaios globo-fascistas. Mas faz falta deixar o “apoliticismo” e de uma vez por todas começar a combater as linhas “anarco-capitalistas” e liberais que dominam o movimento do Software Livres[5].

A carência da grande maioria dos movimentos e partidos políticos de quadros “hackers” significa um grande atraso para o movimento socialista internacional, por isso conclamamos: “Hackers do mundo, proletários do mundo, uni-vos!!!

A Internet é uma faca de dois gumes, os poderosos e as oligarquias pretendem que o movimento revolucionário se aliste em suas bases de dados (Facebook, Twitter, e até jogos como eRepublik.com)mas não,  nós temos que lutar para que a Internet não se converta em uma “caça as bruxas” onde os governos globo-fascistas sejam facilitados na sua tarefa de inteligência.

Nossa contra-inteligencia, não será paga mas é fruto do melhor do homem novo e livre, da melhor rebeldia contra todo tipo de opressão e injustiça.

Referências:
Las diferencias de los socialistas revolucionarios con el Software Libre propuestoporRMS:http://www.somoslibres.org/modules.php?name=News&file=article&sid=228
Fontes:
[1] Stephen Hawking: “Los humanos han llegado a una nueva etapa de la evolución”: http://www.terceracultura.net/tc/?p=1375
[2]Guerra de Cuarta generación- Manuel Freytas: http://www.iarnoticias.com/secciones_2006/norteamerica/0019_guerra_cuar ta_generacion_21mar06.html
[3] Manifiesto Hacker – Mckenzie Wark: http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2008/07/10/manifiesto-hacker/
[4] Habitus – Pierre Bourdieu:

http://es.wikipedia.org/wiki/Pierre_Bourdieu#Habitus

[5] Entrevista política a Richard Stallman:

http://www.resistenciadigital.com.ar/content/view/692/1/

[6] General Intelect, Carlos Marx: http://www.resistenciadigital.com.ar/content/view/677/105/ http://www.estrellaroja.info/

Produtos da Justa Trama agora disponíveis para compra diretamente pelo site

A Cadeia Ecológica do Algodão Solidário – Justa Trama aperfeiçoou seu site e agora disponibiliza um catálogo de produtos, com preços em R$ (reais) US$ (dólares) e € (euros), para os interessados em comprá-los.

Siga o link: http://www.justatrama.com.br/pt/vendas/index.php

Por solidu Postado em Solidu

convite “I PADÊ GRIÔ DAS MULHERES NEGRAS DE FORTALEZA

Contribuição da Companheira Cleudes Pessoa

“I PADÊ GRIÔ DAS MULHERES NEGRAS DE FORTALEZA”

25 DE JULHO DIA DA MULHER NEGRA E CARIBENHA

Realização: Prefeitura Municipal de Fortaleza

(Coordenadoria de políticas para as Mulheres e Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial)

Objetivo: Em alusão ao dia da Mulher Negra e Caribenha lançar uma atividade permanente de dialogo sobre as políticas públicas para as mulheres negras de Fortaleza.

Essa atividade oportunizará um espaço de dialogo entre mulheres negras e as coordenadorias proponentes, onde serão discutidos e aprofundados temas acordados no primeiro encontro com as mulheres, entre os temas mais significativos a serem propostos estão: saúde, educação, economia, trabalho e renda, cultura com recorte para mulheres negras.

Público: 50 mulheres negras representativas dos movimentos, terreiros e universidade.

Programação

8:30h – Acolhida – Café da manhã com uma mesa de comidas da cultura negra;

9h- Abertura: com uma roda de cantiga com as filhas de OYÂ;

9:30h-Roda de conversa sobre a histórica do dia da mulher negra e caribenha, implicações para a organização das mulheres negras políticas públicas;

11h –Apresentação da proposta de atividade permanente e pactuação de temas e calendário;

12h – Encerramento

Data: 25.07 ( sábado)

Local: Pátio do IMPARH

Frente Parlamentar pela Economia Solidária luta por regulamentação

Fonte: ronivaldomaia.org.br

Ronivaldo Maia é presidente da Frente e está construindo junto ao movimento social o marco legal da atividade em Fortaleza.

Vereador Ronilvado Maia

Vereador Ronilvado Maia

A Frente Parlamentar de Apoio à Economia Solidária na Câmara Municipal de Fortaleza (CMF), presidida pelo vereador Ronivaldo Maia (PT), está desenvolvendo junto com a Rede Cearense de Sócio-Economia Solidária um Projeto de Lei para regulamentar a atividade na Capital.

Segundo o parlamentar, um Grupo de Trabalho vem debatendo a temática nas comunidades, para que em agosto seja apresentada a proposta à Câmara.

Ronivaldo Maia frisou o papel da Câmara, representada pela Frente, no apoio à atividade, que vem promovendo o desenvolvimento econômico em diversas comunidades, destacando-se: a implantação dos Bancos Populares e Cooperativas. “Nossa vontade é fazer da Frente uma porta de entrada aos movimentos para que assim sejam desenvolvidos debates e projetos na Câmara”, colocou o parlamentar.

O vereador ressaltou ainda a necessidade do acompanhamento das atividades pela Câmara, citando as feiras artesanais e livres nos bairros. De acordo com ele, esta ligação fortaleceria as comunidades que se destacam pela grande presença do trabalho feminino.

A Frente Parlamentar é composta pelos vereadores Guilherme Sampaio (PT), João Alfredo (PSOL), Eliana Gomes (PCdoB), Eliane Novais (PSB), Alípio Rodrigues (PTN) e Acrísio Sena (PT), líder da prefeita na Casa.